Eu santa e puta, resisto Fabi Mesquita

Poema agraciado com menção honrosa no festival de poesia de Lisboa 2020 por Fabi, feminista de fibra, carrega o mundo no coração. Jornalista e bailarina,mestre em Educação, Arte e História da Cultura, doutoranda em Antropologia, especialista em Comunicação, Direitos Humanos e Gênero, que há anos escreve para a plataforma Brasileiras pelo Mundo, que congrega mulheresContinuar lendo “Eu santa e puta, resisto Fabi Mesquita”

Saindo do meu armário: Cristã, feminista e fada

Eu sempre imaginei que fosse difícil sair do armário. Tentava me colocar no lugar dos meus amigos LGBTQIs e imaginar como deveria ser, passar por toda essa exposição e execração pública, simplesmente pela sua forma de amar. Parece que as diversas formas de amor incomodam muito mais do que as inúmeras formas de ódio, verdade?Continuar lendo “Saindo do meu armário: Cristã, feminista e fada”

Tu és o sonho de todos os teus antepassados

Eu nunca tive muito contato com a minha família. Sempre brinco que sou filha de chocadeira porque infelizmente não tenho raízes – ou não as conheço bem.A família da minha mãe sempre foi a família pobre. O vínculo com a favela, a miséria e a violência decorrente dela.As poucas memórias que tenho se referem aContinuar lendo “Tu és o sonho de todos os teus antepassados”

Sororidade

Estou cada vez mais convencida de que o feminismo acadêmico não me contempla. Ele é necessário, fundamental, só não me basta. Todo entendimento do mundo sobre sororidade, patriarcado, capitalismo, gênero e sexualidade, são nada se isso não tiver aplicabilidade prática. De nada adianta mencionar Chimamanda, Ângela Davis e Simone de Beauvoir, se você não entenderContinuar lendo “Sororidade”